terça-feira, 20 de março de 2007

Loucuras de uma insone

Ultimamente meus dias se dividem entre os não dormidos e os mal dormidos. E tudo ficou pior depois que li na Piauí deste mês sobre uma misteriosa moléstia que mata de insônia membros de uma família veneziana, quando eles chegam aos 50 anos. Pronto. Foi o suficiente para eu ficar mais uma madrugada pulando da cama para o sofá, de lá para a geladeira, voltando para a cama, com ódio do "folgado" do Érico por ele estar tão absorto em seus sonhos e roncos. Principalmente nos roncos.

O dia amanheceu e eu ali, resgatando da minha memória afetiva toda a árvore genealógica da família para descobrir se dentre a parentada alguém bateu as botas por não conseguir dormir. Constatei que alguns morreram de cansaço sim. Mas de tanto trabalhar, beber ou reclamar. De Insônia Familiar Fatal ninguém tinha padecido não.

Pensei em meus avós. Eles dormiam bem, acho que até demais. Morreram muito depois dos 50. Vai ver porque não eram venezianos. Longe disso. A causa mortis foi diabetes crônica. Parei de surtar com a tal da IFF, bati o olho no relógio e já eram 8 horas. Li as colunas de tudo quanto era jornal, passei uns e-mails, botei roupa na máquina e fui dormir. Acordei quase a uma da tarde e fiquei bastante tentada a ligar para um laboratório e perguntar se parcelava no cartão o exame de diabetes. Ando sentindo uma dor tremenda nas pernas...

2 comentários:

Erico & Felicia Nielski disse...

Essa IFF pra mim é manha...

Erico

Cris disse...

Pô, eu li isso também. Mas eu sofro do oposto. Sono demais. Agora, que doencinha miserável, né?
Não pensei que isso pudesse existir... O brógui tá demais! Agora só falta o terceiro elemento escrever.